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23 maio 2014

Tajine de Frango

Outra delicia Árabe!

Gente, o que é este frango, hein???
Simples demais também, como tudo que gosto!
Não tem medidas exatas, porque como usaremos especiarias,
vai variar de acordo com o seu paladar!

Precisaremos de:

Frango em cubinhos ( usei peito )
Azeite
Alho
Cebola picadinha
Gengibre picadinho
Cominho
Curry
Canela
Páprica Doce
Páprica Picante
Salsinha e/ou Coentro picandinhos
Cúrcuma
Azeitonas
Fundo claro ( caldo de legumes )

*cuidado com a canela para não dar um toque adocicado demais ao prato, ok?

Como fazer? Vamos la!

Aqueça o azeite e refogue a cebola, o alho, o gengibre,
 e acrescente todas as especiarias, para que liberem seu aroma
e sabor por completo.
Junte o frango e vá salteando, até que todos os temperos
incorporem bem a carne. 
À medida que for secando, vá agregando o caldo de legumes
aos poucos, até que a carne fique bem cozida.
Finalize com azeitonas picadinhas e as ervas frescas.

Sirva com Pita ( pão árabe ).
Recetinha AQUI



21 maio 2014

Lombo de Porco Picante Com Leite de Coco e Manjericão


Prato Tailandês que me surpreendeu!
Quando vi os ingredientes, achei um desafio, pois manjericão
remete à tomates, pastas, carnes vermelhas?
E leite de coco?? Peixes? Moquecas...
Agora, misture tudo e mande uma pimenta coreana!!!

Isso... dá nisso!

Bora lá!

Usei :

360 g de lombo de porco, cortado em cubos médios.
1 cebola cortada a julienne
sal, azeite
1 xícara de leite de coco
1 colher de chá de pasta de pimenta coreana ( Gojuchang )
12 folhas de manjericão
( aqui usei apenas 4, pois usei deste manjericão  )

Como o leite de coco já contém gordura, eu usei apenas um fio
de azeite, para refogar o lombo. 

Salteie a carne, até que fique dourada, e só então adicione
a cebola, deixando dar uma fritadinha, ficando tudo douradinho.
Acrescente a pasta de pimenta e o leite de coco, e deixe reduzir um pouco.
Corte o manjericão em tirinhas bem finas, e agregue ao molho.

Adicione o sal, faça os ajustes necessários e pronto, é só servir!



17 maio 2014

Shawarma



De origem Árabe, este prato é de facilima execução,
pratico e saboroso!



Eu usei Filé Mignon.
Cortei bifes finos, espalhei sobre uma superficie, cobri
com filme plastico e usei o batedor de carne para afina-los ainda mais.

Sobre o finissimos filés, moi sal e povilhei pimenta síria.
Na receita original, vai alho e vinagre.
Como o filé é uma carne sequinha, evitei o vinagre.
O alho, preferi servir à parte, como podem ver na foto acima!



Empilhei as fatias sobre papel aluminio, embrulhei delicadamente,
e levei ao forno pre aquecido a 200º, por exatos 30 minutos.


Removi o monte de carne que se compactou e fatiei fininho.


Você pode servir com Homus, Pita ( pão árabe ),
babaganush, e uma infinidade de outros pratos.

Além de tudo, é pratico demais, o que te permite, enquanto
assa, preparar outros pratos, colocar a mesa, ajeitar tudo para receber bem!

Bom Apetite!

06 maio 2014

TORTILLAS - porque eu me apaixonei pela Cozinha Mexicana, sim!

 
 
Eu não quis mais guardar as lembranças de minha passagem
pelo México, e resolvi comê-las!
 
Sim, memórias gustativas, cujos sabores brincaram com
meu paladar, deixando um gosto saudoso de quero sempre!
 
Mas como fazer , se não temos aqui os ingredientes que lá encontramos???
O jeito é improvisar e chegar bem pertinho!
E foi isso que fiz, hoje, ao testar esta receitinha que,
para mim, ficou perfeita!
 
MASSA:
 
1 1/2 xicaras de fubá
1 1/2 xicaras de farinha de trigo de boa qualidade
1/2 colher de sopa de sal
150 ml de agua
3 colheres de sopa de manteiga
 
Numa tigela, coloque a manteiga, a agua, o sal, e adicione os ingredientes
secos, previamente misturados, aos poucos, até que solte das mãos.
Sove um pouco, enrole em plástico e leve à geladeira por uns 30 minutos.
 
Faça bolinhas do tamanho de pão de queijo,


 
abra entre duas folhas plásticas, o mais fino que conseguir

 
Aqueça uma frigideira revestida, e asse levemente dos dois lados
 

 
Estão prontas para armazenar.
Guarde-as em geladeira ou freezer, entremeadas de plástico,
para não grudarem.


 
Use o recheio que preferir e divirta-se!
Arriba!

 

21 dezembro 2013

LOMBO FESTIVO

Bora que dá tempo de fazer pro Natal!!!


LOMBO FESTIVO COM TAIOBA

PARA A CARNE

1k de lombo
Deixar marinar de um dia para o outro em

1 colher de sopa de sal temperado*
( usei pimenta síria no meu ), 
vinho branco que baste para cobrir a carne,
½ pimenta dedo de moça, raminhos de tomilho fresco,
 ou cerca de ½ colher das de sopa de tomilho seco,
2 dentes de alho esmagados.

COMO MONTAR:

Abra o lombo como um pano, e recheie
Conforme explicado no modo de fazer do recheio.

PARA O RECHEIO

240g de ricota amassada, bem soltinha
1/3 de xícara de cebolinhas verdes
25g de nozes processadas
1 colher de café de sal temperado
3 damascos fatiados finos
3 ameixas fatiadas finas

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:

1.      Ficará mais bonito se dividirmos o lombo em duas partes, 
e fazermos rocamboles mais finos, para a apresentação final do prato, 
caso sejam servidos outros tipos de carne.

2.      A quantidade de ricota, dá para fazer  
dois destes rocamboles mais finos, então , neste caso, 
dobra-se a quantidade de cebolinhas, damascos e ameixas.


MODO DE FAZER:

RECHEIO:

Triture a ricota e misture nela as nozes, também trituradas,
Espalhando sobre o lombo já aberto.
Arrume no sentido com comprimento, uma carreira de
Damascos fatiados fino e da ameixa também fatiada.
Salpique cebolinha e aí enrolaremos o Lombo como rocambole.
No caso desta receita, eu enrolei no sentido da largura, 
para que o lombo fique mais fino e as fatias fiquem mais bonitas no prato.
Desta forma, obtemos um rolo comprido, 
e podemos corta-lo em dois ou três pedaços, conforme sua vontade.

Atenção:

Podemos selar o lombo em um pouco de manteiga, 
e cebolas douradas, deixando que pegue uma cor caramelada, 
e depois cozê-lo em panela de pressão.

Outra opção, é envolvê-lo em filme culinário, 
e leva-lo ao forno, até que fique dourado. 
Isso da mais umidade ao lombo, que costuma ser uma carne mais sequinha.
Escolha a sua opção e faça sucesso!







ACOMPANHAMENTO


Usei 4 folhas de taioba, 
2 dentes de alho e 
2 colheres de manteiga de garrafa,
para fazer a taioba.

Retire o talo da taioba, deixando somente a folha, e 
desta, remova as nervuras mais grossas, 
enrolando – em seguida – bem apertadinho,
como se fosse couve, cortando bem fininho.

Deite a manteiga em frigideira, aquecendo bem e em seguida,
espalhe os alhos laminados, deixando que desprenda seu aroma. 
Não precisa deixar dourar, mas precisa que deixe o aroma levantar, 
para que saborize bem as folhas, que serão jogadas sobre estas laminas, 
e refogadas rapidamente, apenas para darem uma murchadinha, 
cozendo o suficiente para ser ingerida.

Sirva com o lombo, e um arroz branco!




 Boas Festas!



05 maio 2013

Arroz Doce


Eu adoro arroz doce, e sempre fiz de qualquer
jeito, e de qualquer jeito eu comia...

Só que agora, eu aprendi um novo jeito,
e simplesmente me apaixonei para sempre!

Bora fazer junto!

INGREDIENTES
 
100g de arroz agulhinha
150g de açúcar refinado
1 litro de leite integral
raspas de limão q/b
canela a gosto
Baunilha  *
1/2 caixinha de creme de leite
 
MODO DE FAZER:

Numa vasilha, coloque o arroz, o leite,
a canela ( usei dois pedacinhos de pau de canela ),
raspas - poucas - de limão, e parte do açúcar.
Deixe aí, por meia hora.


Depois da meia hora, o açúcar que
você reservou, você levará ao fogo, 
e sem mexer, deixe caramelar.
Assim que caramelar, adicione parte do leite
onde o arroz está de molho.
Não se preocupe, parte do açúcar vai
endurecer, mas derreterá novamente,
quando o leite aquecer. 
Quando tiver dissolvido tudo, derrame
tudo que estava de molho, na panela
e vá mexendo.
 
Bem, aqui falaremos da baunilha!
Deixei marcada com um asterisco (*)
porque neste ponto, você pode usar
a baunilha em fava!
Caso não tenha, usará no final, somente
quando o prato for desligado,  1 colher
das de chá da essência, ok?



Cozinhar requer paciência, então fique ao lado
do seu arroz doce, até que o arroz cozinhe.
Ele ficará bem cremoso.
 

Desligue, adicione o creme de leite e a baunilha,
caso use a essência e acomode em potinhos,
polvilhando canela em pó. 
 

   Enfeite com zests de limão, mas somente
na hora de servir, pois a casquinha de limão 
tende a ficar amarga.


Sirva geladinho... mas vou segredar... 
eu como morninho mesmo!

28 abril 2013

Tutu à Mineira


Domingo é dia daqueles almoços
em família, não é  mesmo?

Pelo menos é  do que mais sinto falta!
Como venho de família grande, sempre
senti falta destas reuniões, depois que
meus filhos cresceram e sairam de casa
para criarem suas próprias famílias

Esta receita de hoje, também vem da minha mãe!
O Tutu de Feijão mais badalado da família
tem um único e exclusivo ingrediente:
A-M-O-R


Vamos precisar de:

1/2 k de feijão mulatinho cozido
1/2 xicara de extrato de tomate
1 xícara de bacon cortado em cubinhos 
1 cebola média "batidinha"
2 dentes de alho
Cheiro Verde à vontade
Farinha de Mandioca da fina, q/b

Frite bem  os cubinhos de bacon, até
que fiquem dourados e crocantes.
Retire e reserve.
Remova o excesso de gordura que
soltou na fritura, deixando apenas o
suficiente para refogar a cebola e o alho.
Refogue a cebola até que fique "suada"
e adicione o alho, até que exale seu aroma.
Agregue o feijão cozido, com um pouco do caldo
do cozimento e deixe levantar fervura.
Acrescente o extrato de tomate
e deixe ferver mais um pouco.
Vá adicionando a farinha de mandioca fina
 até que dê o pontode um pirão mais firmezinho.
Volte com o bacon frito, adicione o 
cheiro verde bem picadinho e só
então provaremos o sal,
para saber se é necessário salgar ou não
o nosso tutu.


Sirva com um arroz branco e soltinho,
lombo de porco, couve fininha e uma
boa saladinha de folhas verdes!

Bom Apetite!

22 abril 2013

Doce de Abóbora


Outro dia comprei abóboras morangas
para fazer um prato que acabei não fazendo.

Já nem me lembro mais o que foi, só
sei que eu precisava de um pouco e não
achei uma moranga boa e pequena.

Trouxe uma linda, e para minha sorte,
ela estava sequinha e bem "vermelhinha".

Foi aí que pensei: 
"hummm....doce de abobora, sabor de infância!"

Viajei, fiquei 4 dias fora e hoje eu vi a linda
lá, me esperando... opa... bora fazer um docinho!


Simples:

Eu usei mais ou menos 1 quilo de 
abobora moranga picada em cubos.
Levei ao fogo, com um pingo de água,
só para que ela cozinhasse, abafando,
e mantendo o fogo baixo.
Vigie para não sapecar o fundo,
e vá mexendo com uma colher de pau,
para que cozinhe por igual.
Quando a abobora estiver cozida,
quase como um purê, e sem água excedente,
Adicione 2 xicaras de açúcar cristal,
1 xicara de água e meia xicara de coco ralado.
Usei uns 5 cravinhos só.
Deixe apurar, até que fique um
doce bem cremoso.

Viu? Facílimo!
Se quiser em ponto mais firme, 
coloque somente o açúcar, e ele irá
encorpar mais... eu amo de qualquer
jeito, mas queria no ponto de poder passar
com a faca numa torradinha..
Bom né?

13 abril 2013

Caldo Verde

Ahhhhhhhhh, este clima goiano...
Chove à cântaros e agora... abriu o maior sol!
Ainda bem que deu tempo de tomar meu caldo verde!

Bora lá, que é rápido, e vocês que estão no sudeste e sul,
precisarão desta receitinha já já!


Usei:

6 batatas médias
fundo claro
1/2 maço de Couve Manteiga
1/2 linguiça calabresa
1/2 xicara de bacon fritinho em cubos
2 dentes de alho
1 cebola média

Cozinhei as batatas picadas em cubinhos,
no fundo claro*.
À parte, fritei os bacon, em cubinhos, e no oleo
que desprendeu ( escorri um pouco ) fritei a calabresa
também picadinha.
Retirei, reservei e na mesma frigideira, eu
fritei a cebola e o alho, voltando em seguida
com as carnes pre fritas.

Você pode processar a batata, ou simplesmente
socá-la com um amassador de feijão, sem descartar o caldo.
Ligue o fogo, adicione o refogado de carnes, cebola
e alho e por fim, quando ferver, a couve.
Pode fatiar fininha ou rasga-la simplesmente,
ou até mesmo processar junto com as batatas,
se assim o preferir.

No meu, servi assim?
No fundo da tigela, reguei azeite de oliva,
um tico de pimenta e por cima o caldo!

Olha... bom, viu!
Faça e me conte!

*Obs: na minha receita original ( que não é minha, mas de minha 
cunhada Olivia ) as batatas são cozidas com o caldo onde
se aferventou a linguiça, que então somente o bacon é frito.
Muiiiiiiiiiiiitooooooooooooooooooo bom!
Detalhe: Olivia é portuguesa!

11 abril 2013

Maria Izabel Goiana

E lá vamos nós em mais uma empreitada:
Desvendar a culinária Goiana...

Bem...comprei o livrinho e, de acordo com
a cara do prato e os ingredientes, eu vou arriscando!

A de hoje é Maria Izabel.
Depois de pesquisar feito doida, eu cheguei a este final:

Maria Izabel é um prato de origem Portuguesa,
mas que ficou firmente fincado no Piaui.
Dali foi se espalhando por todo o nordeste e 
centro oeste.

Eu acho a comida goiana, um misto de minas
com norte-nordeste.
Aprecia-se muito carne de sol, nesta região, 
o que eu prontamente substituo pela carne
seca industrializada mesmo.

Quando cheguei aqui, e vi aquelas casinholas
de tela, com carnes penduradas, nas calçadas,
achei meio estranho e decidi: 
não como isso...kkkkkkkkkkkkkk

Mas vamos à esta versão que fiz:
O livro é de uma coleção que encontrei certa vez
no aeroporto, quando fiz uma escala e meu vôo se atrasou!

Ele faz parte de uma coleção de todos os estados brasileiros,
e com isto, acabei começando a coleção e não vou parar!
É baratissimo, custa hoje, R$7,90 e estou comprando
os outros estados no supermercado!


O que vamos precisar:
( fiz meia receita e rendeeeeeeeeeeu horrores )

2 colheres de óleo
250g de linguiça fina de porco
1 cebola média
sal q/b
pimenta do reino q/b
2 dentes de alho esmagados e laminados
150g de abobora madura
2 xicaras de arroz
4 xicaras de água fervente
1 pimenta de cheiro
cebolinhas fatiadas fininho q/b

OBSERVAÇÃO: não usei óleo, porque usei panela revestida.
Na receita original, se eu fosse usar seria 1/2 xicara.
Não faça isso... Viva mais para comer mais coisas
gostosas, e use somente duas colheres de óleo...se for preciso!

Fritei as linguicinhas na panela, até que ficassem bem
douradinhas, e retirei.
Na gordura que desprendeu da linguiça, eu refoguei
a cebola e o alho,  bem refogadinhos, e voltei com a
linguiça, adicionando a pimenta de cheiro ( veja dica no final )
e a abóbora. 
Deixei dar uma fritadinha, até começar a dourar,
e acrescentei o arroz.

Vejam bem --> usem as medidas, pq deu certissimo!

Refoguei um pouco o arroz e coloquei o sal!
Medi as 4 xicaras de agua fervente, agreguei, misturando
bem, e tampei, abaixando o fogo para medio, onde
deixei que cozinhasse exatos 20 minutos!

O Arroz fica soltinho, sem perder a umidade
dos ingredientes. 
O sabor é muito bom e foi aprovado!
Prato que marido disse que posso repetir!
\o/

Vejam que beleza de prato!
Ah, no final, acrescente as cebolinhas viu?
Dá colorido e fecha num sabor muito, mas muito bom!



Na nossa opinião, é um prato único!



Dicas e Sugestões:

1 - Abra a pimenta de cheiro, retire as sementes
e raspe delicadamente aquela parte branca em relevo
que tem nas pimentas ( e pimentões ).
Deste modo, você não fica "lembrando" da
pimenta de cheiro por dias afora.

2 - Na proxima, eu usarei a carne seca.
Acho que o sabor ficará mais harmonioso!

Experimentem e me contem!

10 abril 2013

ChIcA dOiDa !

Finalmente encontrei uma receita
genuinamente goiana!!!

Xô contar:

Ouvi falar nesta Chica Doida, num curso de
docinhos que fiz...fiquei curiosíssima para saber
o que era, e tive váááááárias indicações.
Só que tem um detalhe: leva guariroba...
E eu não pus, porque ainda não me harmonizei com
esta coisa mais amarga que boldo...hehehehe

Vamos primeiro à história que achei no google:

Criada há mais de 50 anos em Quirinópolis (GO), a tradicional receita da “Chica Doida” 
é um dos principais pratos da culinária goiana. 
A criadora da iguaria gastronômica, Petronilha Ferreira Cabral, 
conta que tudo surgiu a partir de um improviso. 
“Nós tínhamos feito pamonha e empada. As palhas acabaram. 
Meu marido foi me ensinar. Ele falou para temperar bem 
a massa e colocar para assar. 

Foi assim que surgiu a Chica Doida”, conta a aposentada.
Depois da criação da receita, o município realiza todos 
os anos o Festival Gastronômico da Chica Doida. 
Durante o evento, são apresentadas inovações
 que acrescentam camarão, leite de coco, entre outros ingredientes. 
Porém, a tradicional a base de milho verde, linguiça, 
 jiló, queijo e pimenta é a mais pedida.

 Vamos à que eu fiz:

Comprei apenas meio quilo de massa de milho
( é o milho preparado para fazer a pamonha )
Aí fiz assim:
Piquei em rodelas finas, 100g de linguiça calabresa, que fritei
no mesmo oleo que ficou de 100g de bacon, 
que fritei em cubinhos bem miudinhos.
Escorri bem e juntei à massa de milho, que coloquei 
em uma tigela, e fui adicionando alguns ingredientes
da Chica Doida Original:
Moi pimenta do reino, adicionei 1 xicara
de milho verde, 200g de queijo minas em cubinhos,
 ajustei o sal e pus cheiro verde, que para mim
é cebolinha e salsa.

Deixe sempre o sal por último, principalmente
se tiver embutidos na receita, que já são bem salgados.

Feito isso, só despejei em um tabuleiro, cobri com
muçarela e levei ao forno pre aquecido a 180º
por meia hora, ou até que o queijo derreta bem.



O aroma do milho assando , ficou indescritível.
O prato fica lindo, tanto cru quanto assado...


Um prato que eu chamo sim, de D-E-L-I-C-I-A!


Eu servi só ele... não precisa mais nada, pois
na sua composição, já há o suficiente para uma 
boa alimentação.


Faça a sua Chica Doida e me conte depois!




06 abril 2013

Farofa De Banana da Terra


Curiosa como só eu mesma, fui finalmente
fuxicar nos pratos tipicos goianos e achei esta farofa
de banana da terra, já que fariamos - na brasa - um lombinho
bem suculento.


Esta aí embaixo, é a minha!


Sua receita é básicamente, cebolas, alho, banana,
toucinho e farinha... mas eu dei meu jeitinho,
e para tal, eu usei os seguintes ingredientes:

2 bananas da terra maduras
2 ovos
1/2 xicara de bacon em cubinhos
200g de linguiça fina de porco
1 cebola media
2 dentes de alho
Farinha de mandioca bem fina, q/b
Lemon Pepper q/b

Esta "bunita" aí embaixo, é a banana da terra,
ou banana comprida... ela é esquisitinha, mas....


Olhem só a cor desta banana!!!
Ela tem uma tonalidade meio salmão bem claro.
Uma maravilha!!!
Mais uma prova de quem vê "casca", não vê coração!


Bora fazer logo esta farofa, sô!!

Corte em rodelas de cerca de 5mm, e doure na manteiga,
dos dois lados, reservando-a.

Na mesma frigideira, adicione os cubinhos de bacon
e deixe fritar até que fiquem crocantes.
Escorra e reserve.

Neste mesmo óleo que soltou do bacon,
 você fritará a linguiça, retirando-a da pele,
para que a carne fique soltinha ao fritar.
Reserve.

Agora, ainda na mesma frigideira, vamos colocar a cebola,
deixar suar um pouco e adicionar o alho.
Deixe apurar um pouquinho até que o perfume
se espalhe... está na hora de acrescentar os ovos,
levemente batidos.

Neste momento, você polvilha um pouco de sal
e agrega todos os ingredientes que reservou.

Por fim, vá espalhando a farinha de mandioca
sobre a mistura, até que envolva todos os ingredientes,
que deverão prevalecer.
Apague o fogo, acerte o sal, polvilhando o Lemon Pepper.
Misture bem, deixe o calor absorver este último
tempero, e enfeite com cebolinhas verdes 
picadas bem miudinhas .


Eu servi somente a farofa para aacompanhar o Lombo
na Brasa, e foi o suficiente!
Com estes ingredientes, ficou perfeito e bem substancioso.
A Harmonia dos sabores, concluída com a Lemon Pepper
foi o que costumo chamar de explosão de sabores!

Vale a pena experimentar!
Depois me conte.


20 outubro 2012

Norte? Nordeste?



Minha ajudante é do Maranhão, de uma
cidade chamada Codó.
Ela me conta que viveram por muito tempo
na roça, onde não havia nada além dos muitos
filhos e da natureza, onde plantavam para comer

Morando em Goiás há cerca de um ano,
Antonia não lê nem escreve, mas tem muito
mais bagagem de vida que eu, e muitos
que se acham os donos da razão...  
e eu tenho aprendido muito, todos os dias!
 
"Filosofadas" à parte, vamos ao que interessa:

O prato de hoje, ela chama de BEJÚ, que nós do sudeste
chamamos de tapioca.



Seja o que for, é feito da farinha da macaxeira,
de onde tiram a farinha de puba, a tapioca o polvilho
dos deliciosos pães de queijo...

Aaaiiiiii...deu um nó na cabeça!!!
Meu Deus do céu, num mesmo país e tantas
variações de variedades.

Vou postar do jeito dela!
Vou continuar chamando "do meu jeito",
mas acima de tudo, agradecendo demais por
tê-la comigo, e poder aprender tanta coisa
de alguém realmente nativo!

De acordo com o Wikipédia:

Macaxeira

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Macaxeira (Manihot utilissima), também conhecida como  
aipi, aipim, castelinha, uaipi, mandioca-doce,  
mandioca-mansa, maniva, maniveira e pão-de-pobre, 
é uma espécie de mandioca que pode ser utilizada
para alimento, tanto na forma cozida quanto 
na forma frita, sem o necessário preparo 
para retirada de ácido cianídrico, existente em grande
quantidade na espécie Manihot esculenta, 
a qual é conhecida como "mandioca" ou "mandioca-brava".

Mas sigamos em frente:

Queria que vocês vissem como é manipulada
o que ela chama de "massa" e, por isso, mesmo
sendo amadoríssima no assunto, eu fiz um destes
vídeos beeeeeeem caseiros, para vocês
chegarem mais pertinho de nós.



Feito isto, vamos levar a frigideira, bem quente.
Observe que a "massa" é salpicada sobre a frigideira,
de forma que crie uma camada relativamente fina,
cobrindo todo o fundo .  




Ela ajeita com a mão, girando o "bejú" .
Não pode dourar.
Quando a massa estiver unida e seca, vire o
outro lado, no mesmo procedimento.

obs* os pontinhos amarelos que se vê na massa
é do queijo parmesão ralado grosso, que foi adicionado
à massa, depois de passada na peneira.    


Massa solta, unida, retire da frigideira e passe camada
generosa de manteiga, ou leite condensado, geléia,
enfim, o recheio que quiser...eu fui só na manteiga!  


Enrole e saboreie!



  
  Agora é saborear!